Festival de Inverno: bate-papo com o biógrafo João Santos e o filho de Teuda Bara, André Fernandes
Foto:FCCDA 
Teuda Bara. Foto: Arquivo
Espetáculo “Cabaré Coragem”, do Grupo Galpão, neste sábado (18)
Após uma sexta-feira marcada pela abertura da Ocupação Teuda Bara,apresentação carregada de emoção diante da trajetória de uma das maiores atrizes do teatro brasileiro, no 52º Festival de Inverno de Itabira, esse sábado (18) será dedicado a um mergulho ainda mais profundo na vida e na obra da artista. A programação reúne conversa com o biógrafo e jornalista João Santos e o filho de Teuda Bara, André Fernandes, além da abordagem sobre memória e teatro, em dia pensado para aproximar o público da mulher que ajudou a escrever uma das páginas mais importantes das artes cênicas brasileiras.

Espetáculo Cabaré Coragem. Foto: Guto Muniz
Às 11h, o teatro da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade (FCCDA) recebe o bate-papo “Memórias Lisérgicas da Banhista da Afonso Pena”. João Santos é autor do livro “Teuda Bara: Comunista demais para ser chacrete”. Já o filho da atriz, André Fernandes, é profissional de gestão cultural. O encontro propõe uma conversa sobre a vida, a carreira e o legado da artista, reunindo histórias, bastidores e reflexões sobre sua contribuição ao teatro. Às 20h, a homenagem ganha continuidade na Concha Acústica com o espetáculo “Cabaré Coragem”, do Grupo Galpão. Com direção de Júlio Maciel, a montagem reúne música, humor e poesia.

Grupo Galpão. Foto: Beto Hector
A encenação foi inspirada na linguagem dos antigos cabarés, dialogando com o universo artístico da homenageada, uma das fundadoras do Grupo Galpão. “Pensamos essa homenagem para que o público pudesse percorrer diferentes capítulos da trajetória de Teuda Bara. A ocupação, o bate-papo e o espetáculo se complementam e ajudam a contar a história de uma artista que marcou profundamente o teatro brasileiro”, afirma a superintendente da FCCDA, Vanessa Faria. A programação amplia o olhar sobre sua trajetória e convida o público a conhecer, ou revisitar, a história de uma artista cuja obra permanece como uma referência.





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